Incrível!

Publicado 2016-10-06
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Era assim que diagnosticavam a gravidez no Egito antigo

Existem alguns papiros egípcios de mais de 3800 anos, chamados de Papiros de Lahun, nos quais se fala da ginecologia, onde se pode ver os testes de gravidez e a identificação do sexo antes do nascimento do bebê. Além disso, também estão registrados alguns remédios contraceptivos utilizados na época que continham fezes de crocodilos, carbonato de sódio e mel. Mas informações semelhantes não são exclusivas destes papiros. Registros feitos um pouco mais tarde falam da deusa Hator, a deusa da maternidade, e suas várias gravidez peculiares.

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Nestes testes as mulheres tinham que urinar por vários dias em alguns sacos de trigo e cevada. Após a urina ser temperada com sal, se mudasse alguma coisa ou germinasse, o teste era positivo. Na verdade, eles tinham alguns métodos baseados em Mumbo, mas talvez algo funcionasse de verdade... Continue lendo para saber mais sobre este caso e não se esqueça de clicar em "Página seguinte" para continuar.

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Além disso, os egípcios tinham seu próprio método de determinação do sexo do bebê. Se o trigo estava crescendo dentro do saco era suposto ser uma menina, por outro lado, se a cevada crescesse, seria um garoto. Em 1963, foi feito um experimento para comprovar este método. Os cientistas, que fizeram com pouca fé e mais do que qualquer coisa para sanar uma curiosidade e mito, acabaram tendo uma boa surpresa... O teste ofereceu uma percentagem de cerca de 70% de acerto.

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O teste de gravidez atual não difere muito do dos antigos egípcios, uma vez que ambos são baseados na reação química que ocorre na urina de mulheres durante a gravidez, só que os de agora têm maior eficaz... surpreendente!

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Outro dos testes que tinham no velho e sábio Egito, era muito mais cruel. Consistia em fazer com que a mulher submetida ao teste tomasse uma grande quantidade de cerveja (inventada pelos grandes egípcios), juntamente de uma enorme quantidade de alimentos. Se a mulher terminasse vomitando em abundância era sinal que estava grávida. Este método não foi provado pela ciência, mas também não faz falta devido sua tamanha barbaridade. Eles tinham uma grande variedade de métodos, como você pode ver. Outra maneira era apertar os braços da mulher com força, se o seu rosto ficasse verde, estava grávida.

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Outro método muito raro e curioso consistia na colocação de uma cebola nas partes íntimas das mulheres durante a noite. Se no dia seguinte ela tivesse hálito de cebola, o teste era negativo... No que eles estavam pensando quando inventaram este método?

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Isto tem uma explicação, embora pareça impossível. Se ela estivesse grávida, de acordo com o pensamento dos antigos egípcios, sua barriga seria fechada e não passaria o forte cheiro de cebola até sua boca. Os egípcios não eram os únicos que usavam este método. Os gregos, especificamente o pai da medicina, Hipócrates, sugeria que este método poderia ser executado com qualquer tipo de alimento que cheirasse muito forte, como, por exemplo, o alho.

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Em seguida, se esperava um dia para identificar o resultado do teste de acordo com o hálito da mulher. Para eles fazia muito sentido, já que não tinham um conhecimento tão avançado.

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Se o seu hálito cheirasse a cebola ou a qualquer alimento que se colocasse ali, resultava em uma prova confiável de que era uma mulher fértil. Como última curiosidade, citamos que este povo antigo não relacionava a menstruação feminina com a gravidez. Muito menos estavam cientes do processo de produção do esperma, chegando a cogitar que era gerado no coração do homem, mediante misteriosos impulsos.

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Na verdade, eles tinham crenças bastante peculiares que hoje em dia parecem engraçadas, cruéis ou até mesmo divertidas. Mas não lhes faltava criatividade no que se dizia respeito a tecnologias avançadas que lhes permitam detectar com precisão inúmeras coisas. O que você achou? Se você gostou do artigo, o curta e compartilhe com seus amigos e parentes.
Fonte: www.healthyandnaturalworld.com

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Wellington Rodrigues
Wellington Rodrigues 17/10/16 06:05
Pior ainda é o método dos Africanos.