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Publicado 2017-01-08
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A verdade sobre a razão do desastre do avião que transportava a Chapecoense poderia ter sido revelada...

Na quarta-feira, dia 30/11, um dia após o acidente, foi realizada uma conferência de imprensa e as autoridade da aeronáutica civil confirmaram um dado importante sobre o acidente. O avião da companhia boliviana LaMia que transportava o time de futebol brasileiro Chapecoense, que chocou-se na noite de segunda-feira contra uma montanha próxima a Medelin, realmente não tinha combustível suficiente, em conformidade com o exigido pelas normas internacionais para casos de emergência.

“Infelizmente, a aeronave não carregava a quantidade estabelecida de combustível de segurança”, declarou Freddy Bonilla, secretário de Segurança Aérea. “Após chegar ao local do acidente para realizar a inspeção dos destroços do avião, confirmamos claramente que a aeronave não tinha combustível na hora do impacto.” Não sendo por esse motivo, o avião poderia ter continuado voando até outro aeroporto próximo... Não perca o que vem na sequência. Clique em “Página seguinte” para ver o resto do conteúdo do post.

O avião acidentado não cumpria com as obrigação de qualquer voo, seja de companhia ou privado, que os obriga a carregar a quantidade recomendada de combustível de reserva para garantir ao menos duas manobras de segurança: voar em direção a um aeroporto alternativo mais próximo, informado no plano de voo, e sobrevoar por pelo menos meia hora, em caso de necessidade, para esperar por autorização de pouso na pista, além de ter mais cinco minutos extra de combustível para emergências.

Por volta das 21:41 da segunda-feira, o avião entrou em contato com a torre de controle para fazer uma aproximação do aeroporto de Rionegro, Medelín. Às 21:49, pediu prioridade para aterrissar por um problema de combustível e a torre pediu mais detalhes sobre o que ocorria. Às 21:52, o piloto reportou uma pane elétrica total, pedindo coordenadas para se dirigir à pista de aterrissagem. Finalmente, às 21:58, a torre de controle perdeu a localização da nave e não conseguiu dar as coordenadas, registrando que o canal de comunicação havia sido perdido.

Os acontecimentos foram registrados pelo áudio dado a conhecimento público entre Miguel Quiroga, o piloto, e a torre de controle do aeroporto de Rionegro, onde estava prevista sua aterrissagem. Ximena Suárez, a auxiliar de voo que conseguiu sobreviver ao acidente, declarou que o avião “apagou por completo de repente” e que fez uma “descida forte” antes de sofrer um “grande impacto”. Sebastian Upegui, um copiloto da Avianca que voava próximo à aeronave acidentada, também confirmou o ocorrido.

As autoridades locais asseguraram que levariam em conta essas conversas durante a investigação, porém não quiseram confirmar sua veracidade. “Pedimos a essas pessoas que se apresentem à equipe de trabalho e nos entreguem pessoalmente os áudios ou seus testemunhos”, disseram na ocasião. As teorias que surgiram a respeito do terrível acidente começaram a se confirmar a partir daí. As duas caixas pretas encontradas no local, permitirão a checagem das gravações de toda a tripulação, bem como os registros eletrônicos da aeronave.

Do local da decolagem da aeronave, no Aeroporto de Viru Viru, em Santa Cruz de la Sierra, Bolívia, até o Aeroporto de Rionegro, em Medelin, a capital da Antioquia, onde deveria aterrissar, havia uma distância de 1588 milhas náuticas, equivalente a 2940 quilômetros. Por que o avião não levava a reserva de combustível exigida pelas leis internacionais para casos de emergência? Além disso, as condições meteorológicas em Medelin eram adequadas para a aterrissagem, não sendo isso, portanto, fator que teria influído no pouso.

Desde o princípio, a falta de combustível pareceu ser a causa primordial da fatalidade, teoria que era reforçada pelo fato do avião não ter explodido após o forte choque, já que o combustível de aeronaves é extremamente inflamável. Muito provavelmente por essa razão, a equipe de buscas conseguiu resgatar 7 sobreviventes, dos quais um faleceu pouco depois e outro teve uma perna amputada. “Nem sequer se sentia cheiro de gasolina”, declarou Alfredo Bocanera, da Aeronautica Civil.

Jorge Eduardo Rojas, Ministro dos Transportes, pediu pessoalmente que se espere a conclusão da investigação para, assim, comentar-se com base em dados confiáveis, insistindo igualmente na importância que todas as companhias aéreas cumpram com os protocolos de segurança pertinentes. “Não se pode permitir que nenhuma aeronave do mundo decole sem que seja feita anteriormente a revisão da lista de checagem técnica.” Naquele momento, já haviam sido iniciados os trabalhos de necropsia para a identificação dos corpos das 71 pessoas falecidas no acidente.

“Queremos demonstrar a máxima transparência na apuração das causas deste acidente e evitar, em nível mundial, outro deste tipo”, concluiu a Aeronáutica Civil da Colômbia. Enquanto avançam as investigações, os familiares começavam a chegar ao país, vindos da Bolívia, de onde eram os membros da tripulação, e do Brasil, de onde eram os jogadores e membros da imprensa, para a identificação dos falecidos. Não se esqueça de compartilhar este artigo com todo mundo e deixe um like em nossa página de Facebook
Fonte: Starstock / firstpost

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Você é capaz de encontrar as diferenças entre as duas imagens? Somente os gênios conseguem!
Todos adoram passatempos. Nos momentos em que nos sentimos entediados não há nada melhor do que abrir uma revistinha deste tipo ou um aplicativo em nosso telefone para começar a fazer todos os desafios. Às vezes, quando o desafio é muito...
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Luis Philippe Peres
Luis Philippe Peres 10/01/17 07:03
Tão perdendo seguidores e audiência com estas 5 paginas falando baboseiras que todo mundo já sabe.