Incrível!Histórias reais

Publicado 2017-03-01
0 Comentário

Local da tragédia da Chapecoense 3 meses depois

O sentimento ainda é recente, mas já se vão três meses desde que o Brasil foi pego mais uma vez de surpresa pela Chapecoense - desta vez, da pior maneira possível. O time que goleava gigantes como Palmeiras e Inter, não temia camisas continentais como as de River Plate ou Independiente, entrou para a história de maneira trágica quando ia disputar a decisão da Copa Sul-Americana com o Atlético Nacional de Medellín.
Clique em ”Página Seguinte” para ver o resto do conteúdo do post.

Local da tragédia da Chapecoense 3 meses depois 1

Como todos sabem, por imprudência e ambição, o avião que transportava o time, dirigentes, jornalistas e tripulação caiu a poucos quilômetros de pousar na Colômbia. Passados três meses, a reportagem do UOL Esporte foi até o morro em que tudo aconteceu e com imagens de Napoleão de Almeida, registrou o momento. Não perca, porque é emocionante.
Clique em ”Página Seguinte” para ver o resto do conteúdo do post.

Local da tragédia da Chapecoense 3 meses depois 2

"Isso aqui se converteu em um campo santo. As pessoas agora vêm peregrinar todos os dias, principalmente aos domingos", contou à reportagem o taxista Esteban Alzate, que trabalha no Aeroporto Internacional JMC, em Rio Negro, região metropolitana de Medellín, Colômbia.

Local da tragédia da Chapecoense 3 meses depois 3

Ele estava no aeroporto na noite de 28 de novembro de 2016 quando o avião que transportava a Chapecoense caiu no Morro El Gordo em La Unión, um distrito fazendeiro a cerca de 30 quilômetros de Rio Negro, em direção paralela à estrada que leva a Medellín. Hoje, é requisitado por visitantes que querem conhecer o morro da tragédia. Acompanhou a reportagem até o local.

Clique em ”Página Seguinte” para ver o resto do conteúdo do post.

Local da tragédia da Chapecoense 3 meses depois 4

A simples identificação de que se trata de um brasileiro já gera uma comoção nas pessoas em Medellín. O acidente da Chapecoense marcou toda uma geração que hoje presta condolências o tempo todo aos mortos. Para os colombianos, mais uma tragédia em seu território. O país que conviveu com terremotos, a guerrilha das Farc e a insana matança promovida por Pablo Escobar - que gera um misto de admiração e revolta nos colombianos que contam sua história - encontrou forças para amparar os brasileiros.

Local da tragédia da Chapecoense 3 meses depois 5

"Somos um povo muito religioso e atencioso com as pessoas, em especial os Paisas (nativos de Medellín). Com tudo isso, ainda encontramos forças para sorrir", diz o também motorista Guillermo Vilas, que relembra que Escobar explodiu um avião nos anos 80.

Clique em ”Página Seguinte” para ver o resto do conteúdo do post.

Local da tragédia da Chapecoense 3 meses depois 6

O caminho para La Unión é de difícil acesso. A região montanhosa faz com que a viagem tome pelo menos 2h30 do Aeroporto até cerca de 300 metros do local da queda, de onde só se pode avançar caminhando. La Unión é um distrito produtor de leite, cravado na montanha. A subida, toda ela por estrada de terra, oferece uma sensação bucólica do mais puro interior: vacas, plantações de batatas, pequenos comércios e uma escola para crianças, filhos dos campesinos.

Local da tragédia da Chapecoense 3 meses depois 7

Na entrada da estrada de terra, encontra-se um bar e um posto de gasolina, último vestígio de urbanização. Dali para frente serão apenas casas isoladas morro acima, umas mais simples, outras um pouco mais sofisticadas.

Clique em ”Página Seguinte” para ver o resto do conteúdo do post.

Local da tragédia da Chapecoense 3 meses depois 8

O Atlético Nacional, maior torcida colombiana, é referência por onde se passa. Mas a Chapecoense também ganhou um espaço no coração paisa, até com uma pintura na entrada de uma das fazendas, numa grafia incorreta que se torna irrelevante conforme se entende o carinho que se quer passar.

Local da tragédia da Chapecoense 3 meses depois 9

Deixar o local também é complicado. Em muitos pontos só se passa um carro por vez. Foi nesse ambiente que sobreviveram os jogadores Neto, Alan Ruschel e Jackson Follmann, o radialista Rafael Henzel e os comissários Ximena Suárez e Erwin Tumiri, com todas as condições adversas. Os demais 71 não tiveram a mesma sorte, encerrando sua missão por ali, naquele local de dor e pesar. Continuamos rezando por todos os que perderam a vida nessa tragédia e familiares.
important]Você gostou deste artigo?[/important] Se gostou e quiser ler mais deste tipo, compartilhe-o com seus amigos e dê um Like em nossa página no Facebook!
Fonte: UOL Esporte

Local da tragédia da Chapecoense 3 meses depois 10
8
O que você acha?! Juntar-se à conversa

Fatos sobre Maluma que poucos conhecem