Incrível!

Publicado 2017-07-25
284 Comentário

A história da mãe que aprisionou a filha durante 25 anos por amar um “homem errado”

Quando somos adolescentes e cometemos algum erro, os pais, na maioria das vezes, impõem como castigo a proibição temporária de sair para a rua, o que para um jovem é como estar numa prisão real, só que sem companhia na cela. Depois de passado o castigo, os pais esquecem e deixam os filhos livres para sair e brincar com os amigos novamente. Porém, para a protagonista do artigo de hoje as coisas não foram tão fáceis assim de ser esquecida. Se você gosta de histórias dramáticas e comoventes, continue la leitura e descubra o que aconteceu com Blanche Monnier.

No ano de 1876, Blanche Monnier era uma típica jovem da alta sociedade parisiense e, chegado o momento de arrumar um bom pretendente, começou a ter encontros com um homem mais velho que vivia em sua propriedade. Este homem era um advogado que não obteve êxito em seus negócios e, como era de se esperar, sua mãe não gostou do envolvimento da filha e tentou impedir a todo custo o romance, considerado por ela como “proibido”. Porém, a jovem Blanche não estava disposta a renunciar tão facilmente desse grande amor…

Confira na página seguinte os detalhes dessa história surpreendente.

O que ocorreu depois? Blanche misteriosamente desapareceu e ninguém voltou a vê-la em Paris. Não se sabia nada sobre ela e as pessoas começaram a acreditar que o “desaparecimento” tinha causas misteriosas. Tanto sua mãe como seu irmão choraram por muito tempo e logo depois retomaram suas vidas cotidianas, guardando um segredo surpreendente. Anos depois, especificamente em 1901, o segredo veio à tona quando um oficial da procuradoria geral de Paris recebeu uma misteriosa carta anônima que continha revelações de arrepiar...

Sr. Procurador Geral: É com pesar que venho informá-lo de uma ocorrência extremamente grave. Durante 25 anos, a Madame Monnier manteve sua filha presa na própria casa de modo desumano”. A polícia parisiense ficou espantada, pois Madame Monnier era de uma família aristocrata e havia sido um modelo da alta sociedade, recebendo vários prêmios da comunidade. Como poderia ser possível? As investigações começaram e um grupo de oficiais foi até a casa para averiguar as afirmações da carta.

Está curioso(a) para saber o que aconteceu? Confira na página seguinte!

Os oficiais continuaram a examinar a casa e se depararam com uma cena impactante. No primeiro andar encontraram uma porta trancada que escondia um ambiente escuro e sujo. Ao abrir a porta e janelas, se depararam com uma grande surpresa: encolhida na cama e coberta de restos de alimentos e escórias, Blanche estava gravemente desnutrida e pesava apenas 25 Kg, resultante do cárcere privado durante um quarto de século, a qual foi privada de ver a luz do sol ou ter contato com outras pessoas além da sua mãe e irmão.

A polícia à vestiu e a levou rapidamente para o hospital onde as enfermeiras cuidaram dela e comentaram sobre seu estado. Blache falou sobre como era agradável ver a luz do sol de novo pela primeira vez em 25 anos. Madame Monnier foi levada imediatamente para a prisão após o descobrimento do crime e no mesmo mês de sua sentença, ela teve ataque cardíaco e faleceu. O irmão de Blanche foi condenado a 15 meses de prisão e afirmou que sua irmã poderia ter renunciado esse amor e ter saído o quanto antes, mas ela recusou a oferta...

Saiba o desfecho desta história na última página!

Ao longo do julgamento a polícia conseguiu extrair uma breve confissão da Madame Monnier, fazendo todas as peças do quebra-cabeça da vida de sua filha se encaixarem. Quando Blanche se negou a renunciar o seu romance com o advogado (uma relação que alguns tinham sugerido que poderia ter sido um escândalo na época), sua mãe a prendeu em seu quarto no andar de cima da casa afim de mudar o pensamento da filha. Todavia, Blanche, apaixonada, nunca renunciou seu amado e ficou durante décadas presa e sendo alimentada com restos de comida de sua mãe, atraindo ratos, que eram sua única companhia. Mesmo depois da morte do advogado, em 1885, sua mãe continuou o crime por anos como forma de punir a atitude da filha.

Não se sabe ao certo quem escreveu a carta anônima que levou a polícia a resgatar Blanche Monnier, todavia supõe-se que foi seu próprio irmão, em um ato de misericórdia. Outros dizem que foi um empregado da casa. De qualquer modo, o resto da vida de Blanche não foi nada agradável... no final, ela acabou enlouquecendo devido aos anos de isolamento, sendo incapaz reintegrar-se ao mundo normalmente. Blanche passou os últimos anos de vida internada em um sanatório, falecendo em 1913.

Ela renunciou a vida, enlouqueceu e morreu por amor. O que você achou da história? Se gostou, compartilhe este artigo e não esqueça de curtir nossa página no Facebook!
Fonte: StarStock / YouTube

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Linda Figueiredo
Linda Figueiredo 08/08/17 06:05
Como faço pra ler o final dessa historia?alguem ai me fala
Juliana De Oliveira Roque
Juliana De Oliveira Roque 08/08/17 06:05
Como você é romântico, César Tardelly! Kkkkkk...
Juliana De Oliveira Roque
Juliana De Oliveira Roque 08/08/17 06:05
Por isso sou totalmente contra a esse povo que não aceita a opinião e os gostos alheios. Ninguém é obrigado a aceitar, engolir, a ideologia alheia, não concorda? Todo intolerante, ditador, é facínora.
Eneida Lima
Eneida Lima 08/08/17 06:05
Essa mãe é um demônio, assim como o irmão, que foi conivente com esta baixeza. Como assim, só 15 meses de cadeia!! É praticamente um prêmio, ele merecia era prisão perpétua sem apelação! Infelizmente isso era comum e é comum até hoje, naqueles tempos, a família era muito opressora. Nada justifica este tipo de atitude, destruir a vida de alguém desta forma. Pobre moça, toda minha solidariedade a ela.
Deny Martins Pereira
Deny Martins Pereira 07/08/17 06:05
Nas verdadeiras historias dos irmaos Grhim e os contos de envolta das fogueiras em tempos passados nao existia a figura da Madrasta q maltratava a enteada , era a figura da Mae q era representada na literatura como a malvada e cruel q invejava a juventude da filha ! A figura da msdrasta foi "implantada" pela cultura religiosa q ibterferia nas traducoes de textos literarios Era comum essas "substituicoes"para mascarar q as maes tinham sim uma inveja incontrolavel da juventude de suas filhas
Janaina Silva Sales
Janaina Silva Sales 07/08/17 06:05
Não consegui passar p pag. Seguinte. Como faço? Desde já agradecida.
Lílian Moraes
Lílian Moraes 07/08/17 06:05
Ter que acessar 5 páginas pra ler fanfic? Não, obrigada.
Alberto Ferreira de Souza
Alberto Ferreira de Souza 07/08/17 06:05
Tatah Sabrina Alves Araújo e e isso que me mata todos os dias . A ingratidão dela. Fiz muita coisas por ela. E no fim me jogou fora feito um lixo. E no momento que mais precisei. Sem emprego e doente....
Nubia Nafaet
Nubia Nafaet 07/08/17 06:05
Eu não renunciou a vida,tiraram dela esse direito.tudo que ela passou não foi por amor a um homem,mas se pela falta d amor da mãe com ela.
Elizabeth Callado Oliveira Carreirão
Elizabeth Callado Oliveira Carreirão 06/08/17 06:05
Que história horrível, família de gente doida!
Maria De Lourdes Rodrigues
Maria De Lourdes Rodrigues 06/08/17 06:05
Quem gosta de coisa macabra deste jeito não bate bem com os seus miolos.
Ester Mirian Ornelas
Ester Mirian Ornelas 06/08/17 06:05
Nossa! Que história...
Danielle Jacqueline Gaudin
Danielle Jacqueline Gaudin 06/08/17 06:05
Toda essa história se passa em 1876 os costumes eram outros .sao outros tempos
Edileuza Mello
Edileuza Mello 06/08/17 06:05
Essa mãe acabou com a vida da filha. Mãe insana! História triste, com um final mais triste ainda.
Monica Trindade
Monica Trindade 06/08/17 06:05
Que garota burra! Bastava ela fingir obediência e dar um jeito de conseguir o que queria. De que adiantou?
Lia Lopes
Lia Lopes 06/08/17 06:05
A história que eu te contei ontem Ligiah LoPez
Fernanda Ferreira
Fernanda Ferreira 06/08/17 06:05
Não acho que animações devem ser exclusivas para crianças. Acho que os pais devem olhar a classificação indicativa do filme que é de 16 anos e simplesmente não deixar os filhos sozinhos na frente da TV a não ser em canais educativos. A TV e distração e não a babá.
Vaguininhõ Nogueirãã
Vaguininhõ Nogueirãã 06/08/17 06:05
Que horror isso não é uma mãe é uma monstra em forma de mãe fazer essa crueldade com a própria filha
Varcileni Nunes Rosa
Varcileni Nunes Rosa 06/08/17 06:05
Mau hábito do SER que se diz HUMANO de querer interferir nas decisões alheias enquanto o LIVRE ARBÍTRIO é doação SUPREMA direito inviolável na constituinte do CRIADOR as Escrituras Sagradas !!!
Monica Trindade
Monica Trindade 06/08/17 06:05
Faltou amor próprio. Mulheres se amem primeiramente!