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9 sinais pouco óbvios de quando você NECESSITA levar seu bebê ao médico

Um dos principais problemas dos que enfrentam os médicos em urgências de qualquer centro pediátrico são os pais e mães de primeira viagem. Apesar de, a cada ano, a taxa de mortalidade descender, chegando a países como Japão, onde só 2 de cada 1000 bebês morrem, sempre pensamos que o que acontece com nosso pequeno encontra-se dentro de casos excepcionais. Isto não significa que devamos dar de ombros aos sintomas de nossos filhos, pois podem ser sinais de que algo mais grave possa acontecer.
Por isso, no artigo de hje te damos este pequeno guia para te orientar um pouco. Confira!

1. Febre

A temperatura normal de um bebê pode oscilar entre os 36 e os 38 graus celsius. Se você notar que a temperatura está mais elevada do que isto, você deve consultar um pediatra o mais rápido possível. Devido à sua pouca idade, as infecções avançam em uma velocidade muito superior a dos adultos e pode trazer um grande problema se você não reagir a tempo. Devemos levar em consideração que a febre é uma reação natural de defesa do corpo quando ocorre algum tipo de agressão interna. Nunca perca a calma e aja com rapidez, sem nervosismo.

Veja na página seguinte mais dicas importantes para cuidar do seu bebê.

2. Mudança de hábitos

Uma das formas mais recomendáveis para detectar se algo está mal é conhecer nosso próprio filho. Em geral, um bebê deve mostrar sempre atividade, reação com o que acontece ao redor e ter um bom apetite. Qualquer mudança em seu comportamento habitual pode ser interpretado como um sintoma. Especialmente se vemos que não tem apetite por muito tempo ou se nunca quer brincar. Devemos considerar que um bebê está em constante aprendizagem e que, portanto, este último é um motor que nunca cessa de ativar sua curiosidade.

3. Vômitos

Neste problema temos que dar ênfase na diferença entre o que é considerado normal e o que não é. Depois de cada amamentação, o bebê pode colocar pra fora uma pequena quantidade do alimento ingerido com aparência de leite qualhado, sem que isso forme um quadro de gravidade. A preocupação acontece se vemos a maioria do alimento que ingeriu para fora e se há repetições constantes. Isso pode provocar uma desidratação que poderá levar a graves consequências. Neste caso, novamente, o melhor a ser feito é uma visita médica.

4. Aparição de sinais

Um sinal é uma lesão plana ou elevada, cuja coloração pode variar da cor da pele ao negro. Infelizmente, os sinais também podem ser um sintoma que passa despercebido e pode ser algo muito mais problemático. É necessário prestar atenção às mudanças que podem produzir e também à forma das mesmas. Se detectar que têm formas irregulares, crescem ou apresentam uma cor fora do normal, não demore para procurar um dermatologista. Não deixe isso passar em branco, você pode estar salvando a vida do seu bebê.

5. Mudança de cor

A pele é uma autêntica fonte de informação sobre o estado da nossa saúde. Se vemos que nosso pequeno está com uma cor amarelada, pode ser que esteja sofrendo com uma icterícia ou qualquer doenças relacionada com o fígado. É algo mais comum do que pensamos, mas nem por isso deixa de ser importante. A cor azulada também pode ser sintoma de uma doença relacionada com os pulmões ou o coração. Em ambos casos é imprescindível visitar um médico com urgência. Você nunca deve se basear só pelo que encontra na internet, pois é o médico que tem as informações mais confiáveis.

Veja na página seguinte como notar que seu bebê não está bem.

6. Caída de cabelo

Mesmo na idade mais adulta, a perda de cabelo sempre significa um problema considerável e costuma estar associado a períodos psicológicos que provocam consequências físicas ou à predominâncias genéticas. Porém, no caso dos bebês, pode ser uma resposta a falta de vitaminas ou de nutrientes. Não se alarde muito, pois também pode se tratar de um processo normal de pausa no crescimento do cabelo, e isso não deveria ser motivo para urgências.

7. Mudanças na cabeça

A morfologia da cabeça do nosso bebê pode ser um sintoma de preocupação. Porém há ter em conta que ao nascer nós temos a mesma forma de crânio que com o passar dos anos, já que os ossos que o formam estão ligeiramente distanciados e unidos por uns ligamentos conhecidos por moleiras. A cabeça do bebê é assim porque o crânio está em formação e é necessário tomar cuidado para que o bebê não sofrer lesões cerebrais. Se vemos que estas mudanças seguem passados os 18 primeiros meses devemos procurar um médico. Observar o seu pequeno enquanto dorme também pode te ajudar a identificar seu estado de saúde.

Seu bebê está roncando? Isto pode ser um problema! Confira na página seguinte.

8. Roncos

Quando os bebês dormem, eles podem emitir roncos leves, sendo completamente normais. Porém se observarmos que estes roncos são excessivamente altos ou que comecem a acelerar seu nível de respiração, pode ser que se trate de um problema respiratório grave. Neste caso é vital atuar com celeridade, já que, do contrário, os danos podem ser irreversíveis. Pode ser uma doença como bronquite ou um defeito congênito que pode derivar uma obstrução respiratória.

9. A experiência é um presente

Recordamos que, independente da página web que você visita ou da fonte de informação que consulte, a única pessoa que deveria te dar uma conclusão adequada é o(a) médico habitual do bebê. Somente ele(a) pode manejar o que está acontecendo com o seu bebê. Esteja seguro(a) de que o profissional escolhido ampare suas conclusões e que, em último caso, sempre tenha direito a uma segunda opinião.

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Fonte: pixabay

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Ariel Marin 13/08/17 06:03
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Rafael Cardoso 12/08/17 06:03
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Samuel Costa 12/08/17 06:03
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