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Publicado 2017-10-05
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Quadrinhos brasileiros que você precisa conhecer

Mulher Maravilha, Batman, Superman, Aquaman, Homem Aranha, Homem de Ferro e companhia, todo mundo já conhece. O Brasil está cheio de artistas, desenhistas e roteiristas extremamente talentosos que merecem (muita) atenção. Você pode até ter a impressão que quadrinhos são coisas de criança, mas até a Turma da Mônica já cresceu para mostrar que as coisas não funcionam bem assim. Apesar de terem traços, temas, pontos de vista diferentes, todos merecem a sua atenção. Aproveitamos para abordar alguns deles neste artigo para você poder aproveitar um pouco de cada um. Confira!

Relatos de um dia incrivelmente mediano

Com quase 300 mil likes no Facebook, essa série de quadrinhos trata sobre questionamentos internos das pessoas e sobre as dificuldades de relacionamentos (tanto de amizade quanto amorosos) que as pessoas tímidas sofrem. Sempre de camisa listrada, a personagem principal é um auto retrado de Julian Franco, 21 anos, artista que concebeu os quadrinhos. Em algumas histórias, o texto normalmente chega a se assemelhar a poesias, em especial pelos traços pesados e pelo uso mínimo de cores.

Continue nas próximas páginas para conferir mais talentos dos quadrinhos brasileiros.

Bom dia e tal

Feitos pelo cartunista Gabriel Lage, esses quadrinhos usam cinco personagens fixos, personalidades definidas e traços leves para falar sobre o cotidiano e as pequenas dificuldades do início da vida adulta. A paleta de cores utilizada é alegre e gera um relaxamento visual.São ótimos para aqueles momentos de se relacionar com as breves histórias, criticar essa geração e relaxar. A página conta com mais de 390 mil curtidas no Facebook.

Quadrinhos ácidos

Como o nome já denuncia, essa série de tirinhas que critica diversas áreas de discussão social já ganhou dois prêmios. O artista, Pedro Leite, é claramente crítico e é possível não concordar, mas não tem como não deixar o leitor pensativo. Em muitas situações, o artista é imparcial e faz tirinhas que questionam os dois lados da moeda. Cada uma das tirinhas é monocromática, o que deixa claro o tom que o artista pretende dar à crítica, como ironia, sarcasmo ou mesmo para aprofundar a crítica. Com mais de 500 mil curtidas no Facebook, o artista não usa personagens fixos para suas histórias e os traços são firmes para dar segurança em relação ao ponto de vista defendido.

Confira na página seguinte mais quadrinhos que merecem sua atenção.

Ângulo do Vista

Criada em 2015 pelo gaúcho Rafael Fritzen, 20, e já com mais de 1 milhão de curtidas no Facebook, essa série de quadrinhos mostra a visão de um jovem iniciando a vida adulta. Trazendo personagens fixos, mas sem nome, a série mostra relações com o mundo cotidiano e a visão humorística do jovem com interações diretas com personagens como a vida ou os pais. Com traços definidos e médios, o jovem fala sobre hábitos e situações do cotidiano de maneira leve, apesar da paleta de cores preta, branca e cinza. É ótimo para fazer sorrir, relaxar e se identificar com várias das histórias desses personagens.

Pô, Leo

Com uma pegada bastante niilista, esse quadrinho traz um jovem tímido, o Leo, e várias situações do cotidiano que poderiam parecer comuns para alguns, mas ele mostra que para outros podem ser constrangedoras. A visão pessimista do mundo atraiu mais de 220 mil curtidas no Facebook. Mesmo com o artista deixando claro que a frequência das tirinhas é “Toda vez que o Leo sentir vontade”, as histórias de constrangimento do jovem são tantas que não tem como elas estarem frequentemente na timeline. Com traços bem lever e cores raramente utilizadas, as tirinhas trazem humor para frases super pessimistas e uniram bastante um público que tem dificuldade em ver o lado positivo da vida.

Na próxima página, quadrinhos mais conhecidos - que talvez você já tenha visto, mas não sabia muito sobre eles.

Um Sábado Qualquer

Esse é um dos mais famosos quadrinhos do Brasil e ainda assim tem gente que não conhece. Foram criados pelo designer Carlos Ruas em 2009 e já contam com 3 livros publicados. A série retrata os deuses em diversas situações, em especial o Deus cristão, que é o que todo mundo mais conhece nos países falantes da língua portuguesa. Ele trata de situações como o surgimento da Terra, a criação de Adão e Eva, discussões com Charles Darwin - teórico do evolucionismo - e conversas com Freud, um dos filósofos mais céticos da história. Apesar de alguns se ofenderem, fica bem claro que o artista não pretende agredir as religiões, apenas fazer leves críticas e se divertir. A paleta de cores e os traços bem leves e levemente imprecisos deixam essa intenção bastante clara para os seus 2,8 milhões de seguidores no Facebook.

Armandinho

Criado pelo agrônomo e publicitário Alexandre Beck, de 40 anos, Armandinho é um personagem questionador que não deixa passar as polêmicas sobre a política e faz seus leitores refletirem as próprias ideias, os comportamentos das pessoas ao seu redor e os rumos do Brasil. Escrito com uma inocência ácida, como Mafalda, o personagem principal foi inspirado nos filhos do criador e dos amigos dele. Ele foi publicado pela primeira vez em 2010 no jornal “Diário Catarinense”, quando não tinha nome e possuía traços mais simples. Atualmente, Armandinho tem mais de 950 mil fãs em sua página do Facebook.

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Fonte: Twitter/Facebook 1/2/3/4/5/6/7

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