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4 assassinos em série que mataram várias pessoas quando crianças e ainda estão vivos

Por definição, um assassino em série é aquele que cometeu uma série de assassinatos que parecem seguir um padrão ou característica similar. A partir dessa definição, é obrigatório que para serem considerados assassinos em série eles têm que cometer assassinatos durante um longo período de tempo para obter o título? Enquanto que alguns dizem que sim, outros consideram como um assassino em série alguém que sentiu vontade em cometer múltiplos assassinatos mas que assassinou uma ou duas pessoas antes de ser detido.

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Independentemente da definição exata do termo, um assassino em série é geralmente uma pessoa que faria o que fosse necessário para cometer assassinato. Muitas vezes, a pessoa não guarda remorso pelos assassinatos. Estas são as pessoas que vemos nas notícias, sendo julgadas com expressões impassíveis em seus rostos e, quando seu veredito é lido pelo juiz, alguns até mostram um sorriso. Esses assassinos geralmente têm um forte desejo de serem "ídolos", como outros assassinos em série do passado. É quase impossível pensar que uma criança de até 8 anos poderia ter o motivo de matar, mas, como esses jovens assassinos em série provam, isso pode acontecer.

Conheça os assassinos em série mais jovens do mundo que ainda estão atrás das grades ou que passaram a viver suas vidas depois de seus crimes horríveis.

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#1 O assassino de bebês

Conhecido como Amarjeet Sada, ele tem o título de assassino em série mais novo do mundo que ainda está vivo. Ele cometeu três assassinatos com apenas 8 anos de idade. Se isso não for suficientemente surpreendente para você, talvez o fato de que suas vítimas tinham menos de um ano de idade possa te assustar. Amardeep cometeu os assassinatos em seu país de origem, Índia, em 2007. Ele matou pela primeira vez sua irmã de 8 meses e uma prima de 6 meses.

Ao assassinar o bebê de 6 meses de um vizinho, ele finalmente foi pego. Amardeep admitiu abertamente matar a menina roubando-a da creche da aldeia, escondendo-a em um lugar remoto na floresta e bateu na cabeça da criança com uma pedra até morrer. Ele até levou a polícia ao lugar do crime. Na Índia, as crianças não podem ser julgadas como adulto e Amardeep foi colocado em uma casa para crianças até aos 18 anos (até o ano passado). Não está claro onde ele está agora, mas ele está muito vivo.

É realmente chocante como uma criança tão pequena pode ter impulsos tão cruéis. Veja também a história de outros assassinos tão jovens quanto.

#2 Quatro parentes com um machado

David Brom tinha 16 anos, em 1988, quando decidiu matar seus pais e seus dois irmãos mais novos com um machado na casa da família. Mais tarde, no mesmo dia, ele matou aula e confessou a um amigo sobre os assassinatos. Brom tentou se esconder da polícia, que, inicialmente, pensou que ele teria sido sequestrado durante a invasão da casa, mas ele foi pego quando tentou usar um telefone público local e chamou a atenção de pessoas do local que achavam que ele correspondia com a descrição de um adolescente sequestrado no rádio.

Brom foi originalmente condenado e enviado à um centro de detenção juvenil, mas seu caso foi transferido para o sistema de tribunais para adultos devido à sua gravidade. Brom ficou muito calmo durante o julgamento, agindo como se nada tivesse acontecido. Embora a defesa tenha tentado se concentrar em doenças mentais, Brom foi condenado à três sentenças de prisão perpétua, e caso se comporte bem, com uma possível libertação em torno de 2041.

É difícil de acreditar, mas essas histórias são reais. Continue lendo para saber mais.

#3 A jovem de 15 anos que escreveu em seu diário seus planos de assassinato

Alyssa Bustamante assassinou sua vizinha de 9 anos, em 2009, enquanto a menina estava a caminho da casa de um amigo. Alyssa tinha apenas 15 anos e, como outras meninas adolescentes costumam fazer, ela mantinha um diário. Exceto com a diferença de que, seu diário seria o meio utilizado em que ela confessou o assassinato, escrevendo o quão “super irado” a experiência tinha sido para ela. Era claro que Bustamante tinha a intenção de matar mais pessoas, porque originalmente tinha cavado dois túmulos cerca de uma semana antes do assassinato ter ocorrido.

Não está claro quem era seu alvo, mas presume-se que ela tenha tido a intenção de matar seus dois irmãos mais novos, já que ela publicou vídeos os maltratando anteriormente. Alyssa foi condenada à prisão perpétua com a possibilidade de liberdade condicional, além de mais 30 anos por causa da ação criminosa armada. Um pedido para diminuir a sentença em 2014 foi negado e ela permanecerá na prisão por, pelo menos, mais 35 anos antes de ter a possibilidade de liberdade condicional.

Onde a humanidade vai parar? Infelizmente, existem ainda muitos assassinos infantis vivos e alguns estão fora das grades. Veja na página seguinte!

#4 Dupla assassina

Cindy Collier (15) e Shirley Wolf (14) pareciam adolescentes normais, mas ambas tiveram uma infância horrível, marcada por estupro e abuso infantil. Elas se conheceram em um orfanato e imediatamente estabeleceram uma amizade, já que seus passados ​​e personalidades eram tão semelhantes. Elas se tornaram melhores amigas e, futuramente, parceiras no crime. Em Junho de 1983, a dupla passou por todo o condomínio, batendo em portas aleatórias esperando que alguém as deixasse entrar para pedir instruções ou deixá-las usar o telefone.

Anna Brackett, uma mulher de 85 anos, as convidou e elas conversaram por mais de uma hora. Então, Cindy pegou uma faca da cozinha, atirou-a para Shirley, que esfaqueou a mulher até a morte. Shirley escreveu sobre o assassinato em seu diário naquele dia, dizendo: "Hoje, Cindy e eu fugimos e matamos uma velha senhora. Foi divertido". Mais tarde, descobriu-se que elas tinham a intenção de fazer o mesmo com mais pessoas, apenas pela diversão. Cindy permaneceu em uma instituição juvenil até 1992 e agora é uma mãe de quatro filhos e tem um diploma de Direito. Shirley foi liberada em 1995 e acumula diversas entradas em centros de reabilitação por causa do seu abuso de drogas.

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Imagens: Pixabay / Twitter

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