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Publicado 2017-12-22
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Casos sinistros e bizarros que ocorreram durante a caça às bruxas

Apesar da bruxaria ter ficado mais famosa na Idade Média, relatos da existência de pessoas que a praticam são muito mais antigos, séculos antes de Cristo. Segundo as crenças, essas pessoas andam pela Terra fazendo trabalhos em nome do demônio. Por isso, no século X começou uma onda de ódio por essas pessoas e, consequentemente, no século XIII um papa começou as famosas cruzadas e missões contra a bruxaria. Até onde se sabe, qualquer pessoa poderia ser um bruxo ou uma bruxa.

Especialmente no caso de mulheres, não era necessário ter muitas provas para que alguém fosse acusado e executado. Há quem acredite que o número de homens e mulheres mortos chegue a centenas de milhares, sendo que há registros de apenas cerca de 12 mil. Polêmicas à parte, esses relatos escritos não falam apenas de quem morreu, mas contam histórias bem perturbadoras da época. Selecionamos algumas delas para este artigo.

Confira essas histórias bizarras na página seguinte.

As palavras de uma criança

Uma história famosa da época é a de Christian Shaw, uma criança de 11 anos que pegou uma empregada da família tomando leite sem permissão. Segundo os relatos da garota, a mulher usou o nome do demônio em um dos seus xingamentos. Segundo a garota, com isso a empregada a fez ter ataques, flutuar e vomitar inúmeras coisas, como cascas de ovos e brasas. Após isso, a garota foi encorajada a apontar quem havia a torturado dessa maneira.

Ela não apontou apenas a empregada, mas também outros 20 homens, mulheres e crianças. Após o julgamento, a bebedora de leite e mais 4 foram executados. Outro acusado se matou na cela. Depois disso, a menina se casou duas vezes, cometeu assaltos, fugiu do país e ficou rica.

Na página seguinte, conheça o caso de pessoas que acabaram na fogueira por vontade própria.

“Eu sou um bruxo!”

Major Weir era um soldado aposentado e respeitado na Escócia do século XVII. Contudo, tudo desandou quando ele começou a gritar no meio de uma sessão de oração que ele e a irmã eram bruxos. Outras pessoas tentaram acalmá-lo dizendo que ele estava enganado, mas ele continuou insistindo. Quando questionada, a irmã dele disse que ela tinha a marca do demônio e, juntos, eles confessaram que praticavam incesto e bruxarias que a mãe havia ensinado. Eles foram executados sem provas, apenas se baseando no próprio testemunho, que deram proativamente.

Provas para quem?

Duas mulheres ficaram famosas após serem acusadas de bruxaria na mesma cidade do Reino Unido em 1661. Amy Denny vendia peixes. Um dia, um homem recusou de comprar um dos peixes dela e depois ela foi vista murmurando enquanto se afastada. Acontece que a filha do homem apareceu doente e a acusaram de ter jogado uma maldição sobre ele - mesmo a menina estando doente desde antes de Amy e o homem se encontrarem pela primeira vez.

Na página seguinte, saiba que outro caso ainda pior esse gerou.

Os punhos cerrados

Esse caso só não é pior em provas que o de sua conterrânea Rose Cullender. Ela já havia sido acusada de bruxaria antes, mas não havia muita evidência. No entanto, várias adolescentes da vila começaram a dizer que também haviam sido amaldiçoadas para que seus punhos ficassem cerrados. Eles só abririam se uma pessoa que praticasse bruxaria de verdade os tocassem. Para provar que Rose Cullender era uma bruxa, as supostas vítimas foram vendadas em frente aos cidadãos da cidade.

Levaram diferentes mulheres para tocarem seus pulsos, que abriram “milagrosamente”. Contudo, em vez de falarem que as garotas estavam mentindo, as pessoas continuaram gritando que Rose era uma bruxa e deveria morrer por causa de seus atos de bruxaria. Rose e Amy foram executadas sem confessarem.

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Fotos: Pixabay

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