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Essa mulher que se vestiu de homem para poder viajar pelo mundo no século 19

Nos dias de hoje uma mulher que se veste com calças, sapatos baixos e tem os cabelos curtos não causa um grande alarde. Outra coisa comum nos dias de hoje, é que uma mulher trabalhe fora, consiga pagar as próprias contas e ainda saia para se divertir sozinha ou com os amigos. Nada de novo até aqui, não é? Mas a facilidade que existe para nós mulheres atualmente, não era nada comum se pensarmos no tempo das nossas avós e bisavós. Na época delas, chegar aos 20 sem se casar é uma vergonha e desonra para toda a família, hoje é mais do que comum que isto aconteça. Pois é, mas imagine para uma mulher em pleno século 19 poder viajar sozinha sem ser importunada ou receber olhares de desaprovação, impossível , não? Nem tanto, Isabelle Eberhardt pensou em um jeito bem criativo de fazer isso acontecer: fantasiar-se de homem! Confira mais no artigo.

1 - Isabelle Eberhardt nasceu em Genebra, Suíça, em 1877.

1 - Isabelle Eberhardt nasceu em Genebra, Suíça, em 1877.

Não perca o novo vídeo do nosso canal do Youtube! Se você se lançou na busca de conquistar um novo parceiro e deseja causar a primeira impressão de que nunca mais sairá da mente dele (para o bem ou para o mal), deve simplesmente seguir todas essas sugestões absurdas que encontramos na internet e compilamos neste vídeo:

2 - Desde criança tinha muita vontade de viajar, escrever e sua sede por liberdade era algo notório.

2 - Desde criança tinha muita vontade de viajar, escrever e sua sede por liberdade era algo notório.

3 - Viajar sozinha pelo mundo na sua época era impensável.

3 - Viajar sozinha pelo mundo na sua época era impensável.

4 - No século 19, as mulheres raramente saiam por aí para aventurar-se.

5 - A jovem mudou-se para Argélia, na África, com apenas 20 anos.

4 - No século 19, as mulheres raramente saiam por aí para aventurar-se.

6 - E foi neste país que ela conseguiu ser quem queria ser.

7 - Numa vertente muito ousada para a sua época, ela aprendeu novos idiomas.

5 - A jovem mudou-se para Argélia, na África, com apenas 20 anos.

8 - Teve uma vida sexual livre, escreveu reportagens de caráter político.

9 - Além disso, escrevia contos, livros e viajou bastante!

10 - Ela converteu-se ao islamismo e entrou na seita Qadiriyya Sufi, que fornecia ajuda para pessoas pobres e se posicionava contra a colonização francesa na Argélia.

11 - As autoridades européias ficaram furiosas com o que a jovem escrevia à época falando do mal que o processo colonizatório causava.

12 - O espírito livre de Isabelle influenciava muito na forma como levava a vida.

13 - E para poder continuar vivendo desta forma, foi influenciada pelo pai a se vestir de homem. O que acabou tornando-se um hábito.

6 - E foi neste país que ela conseguiu ser quem queria ser.

14 - O que deu a ela mais liberdade do que as mulheres que se vestiam seguindo os padrões da época.

15 - Ela chegou a adotar um nome masculino Si Mahmoud Saadi.

16 - Na lápide da aventureira está escrito “Isabelle Eberhardt, escritora, Mahmoud Saadi, aventureira mística do Saara.

17 - Por conta das reportagens de cunho político, a jovem chegou a ser perseguida por “capangas” franceses. Mas ela conseguiu escapar, porém foi impedida de andar pela região.

18 - Mais tarde casou-se com o argelino Slimane Ehni e aí abriram-se mais portas para ela. E Isabelle pôde continuar suas viagens e denúncias sobre os males do colonialismo.

19 - A frente do seu tempo, muitos se impressionam atualmente sobre a forma como viveu. Tem uma ópera nos EUA sobre a sua trajetória chamada “Song from the Uproar” (Música do Tumulto) e em Algiers, na capital da Argélia, tem uma rua com o nome de Isabelle. Ela morreu aos 27 anos na Argélia devido a uma inundação.

Fotos: Twitter/Youtube/Instagram

7 - Numa vertente muito ousada para a sua época, ela aprendeu novos idiomas.
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