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Publicado 2018-10-12
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Idoso acha que mancha de catchup no filho era sangue e dá facada em "suposto criminoso"

A cena é a seguinte: Um idoso de 69 anos chega ao bar e avista seu filho, de 39 anos, no chão com uma mancha vermelha, ele então entende que aquilo é sangue e ataca um outro homem, de 41 anos, que ele acreditava ser o criminoso, com uma facada nas costas. Parece uma cena de filme, mas ficamos um pouco abatidos de ter que te falar que isso é uma história real. Tudo era apenas uma brincadeira e acabou resultando em uma tragédia de um tamanho que os envolvidos realmente não pareciam estar cientes. E você precisa saber a história toda...

Idoso acha que mancha de catchup no filho era sangue e dá facada em "suposto criminoso" 1

A confusão toda começou quando o neto do idoso chegou em casa falando que o filho dele tinha caído depois de ser esfaqueado em um bar. O idoso então seguiu para o estabelecimento desesperado, porém munido com uma faca. Ao chegar ao local, em Ipatinga, no Vale do Aço, o homem perdeu a cabeça. A vítima que havia feito uma brincadeira ao jogar catchup no filho do idoso foi a vítima, pois o criminoso não soube diferenciar o catchup de um sangue de verdade e acabou atacando o homem de 41 anos com uma facada nas costas.

Idoso acha que mancha de catchup no filho era sangue e dá facada em "suposto criminoso" 2

Após a facada e ao perceber o tamanho da confusão, outros frequentadores do bar acabaram entrando na briga para segurar o idoso no intuito de que ele não matasse o homem que apenas havia inventado uma brincadeira. De gosto duvidoso? Talvez, mas que não justificava mais violência ao invés de saber o que acontecia na realidade. Voltando ao assunto, o idoso acabou fugindo do local, mas não demorou muito para que o encontrassem próximo à casa onde mora. A faca utilizada no crime foi apreendida e o idoso foi acompanhado até a Delegacia de Polícia Civil.

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Porém, apesar de instaurado um inquérito para apurar o crime, o idoso foi apenas ouvido e liberado já que segundo os policiais, não havia elementos que contribuíssem para a justificativa da sua prisão. Enquanto isso, a vítima foi atendendida pelo Serviço Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada para o Hospital Márcio Cunha. Onde acabou ficando internado em observação. E a boa notícia é que apesar da faca, o seu estado de saúde é estável. E tudo isso por conta de uma brincadeira com catchup em uma camiseta, mas que quase resultou em uma tragédia real. Cuidado, pessoal!

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Fonte: Pixabay

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Os 10 assassinos mais perigosos da história do Brasil

Pessoas violentas estão presentes em qualquer lugar do mundo, invadindo ou eliminando a liberdade de outros por meio de atos cruéis, geralmente, desencadeados por ira, distúrbios mentais ou mesmo prazer por parte do praticante. As motivações podem ser inúmeras e perturbadoras. Confira a lista dos 10 assassinos mais perigosos do Brasil.

Os 10 assassinos mais perigosos da história do Brasil

Os crimes da rua Arvoredo

Em 1864, a Rua Arvoredo (que hoje é rua Coronel Fernando Machado), na cidade de Porto Alegre, foi palco de uma série de crimes horrendos. Acredita-se que o casal José Ramos e Catarina Palse, junto com o açougueiro Carlos Gottlieb Claussner, foram responsáveis por assassinar, esquartejar e usar a carne das vítimas para a produção de linguiças que eram vendidas à elite da população local.

Os crimes da rua Arvoredo

O desaparecimento de um comerciante e seu caixeiro foi o início da investigação que levou a uma visita onde o casal morava. No terreno, foram encontrados corpos de diferentes idades e de um cachorro. As motivações para os assassinatos variam de assalto à ocultação de provas.
A história possui diferentes versões, pois todo o registro foi manuscrito e de difícil compreensão devido ao português da época, além da boa parte que se perdeu ao longo do tempo. A história foi contada em diversos livros, entre eles, “O maior crime da Terra” (Editora Sulina, 1996), pelo historiador Décio Freitas.

O Filho da Luz

O Filho da Luz

No Rio de Janeiro, final da década de 20, Febrônio Índio do Brasil, se auto-intitulou como Filho da Luz foi um serial killer que abordava rapazes com a promessa de um emprego e depois de capturá-los, tatuava seus corpos, estuprava e, em seguida, os executava. A motivação teve início em 1920, quando Febrônio estava preso e submetido a sessões de terapias ocupacionais. Em seu tempo livre, era um leitor assíduo da bíblia. Ele contou que teve uma revelação de uma mulher que o escolheu como Filho da Luz, e que ele deveria distribuir a mensagem de que Deus não estava morto. Para isso, ele deveria marcar rapazes com as letras D C V X V I, que significam Deus, Caridade, Virtude, Santidade, Vida, Ímã da vida. Além disso, tatuou em si mesmo as letras D C V X V I e os dizeres “Eis o Filho da Luz”.

O Filho da Luz 1

O Maníaco do Parque

Francisco de Assis Pereira se passava por olheiro de modelos no Parque do Estado, em São Paulo, em 1998. Ele afirmou que convencia facilmente as vítimas oferecendo um ensaio e um cache alto, prometendo uma vida dos sonhos. Seus atos com as vítimas incluem tortura, estrangulamento, estupro e canibalismo. A apuração das vítimas em certos casos foi difícil devido às condições que eram encontradas no parque. Ele se responsabilizou pela morte de 9 mulheres, entretanto, as investigações afirmam que esse número é ainda maior. Em julgamento, foi condenado a 274 anos de prisão e jurado de morte pelos internos. Ele afirma que sofria de distúrbios psíquicos e que muitas vezes se forçava a não sair de casa para cometer os crimes.

O Maníaco do Parque

Pedrinho Matador

Pedro Rodrigues Filho é conhecido como Pedrinho Matador, com seu primeiro assassinato aos 14 anos. De sangue frio, ele assassinou aqueles que considerava como “pessoas más” e diversas vezes matou por vingança. Em um de seus atos de vingança, matou o próprio pai a facadas, arrancou seu coração, mordeu um pedaço e cuspiu logo em seguida. A vingança foi motivada pelo assassinato da mãe causado pelo próprio pai, que a executou a golpes de facão. Há 76 mortes confirmadas, mas Pedrinho afirma que já matou mais de 100 pessoas. Já passou por diversas penitenciárias por ter assassinado vários companheiros de cela e atualmente está preso em São Paulo, na penitenciária 2 de Franco da Rocha. Atuou principalmente entre os anos de 1960 e 1970.

Pedrinho Matador

O Assassino dos meninos emasculados do Maranhão

O mecânico Francisco das Chagas Rodrigues de Brito foi considerado um dos piores assassinos do Brasil e o caso ainda teve repercussão internacional. Entre os anos de 1989 e 2004, quando foi preso, assassinou cerca de 40 meninos, com idades que variam de 4 a 15 anos.
O assassino tinha um perfil específico para escolher suas vítimas: eram sempre crianças do sexo masculino e de baixa renda. Ele oferecia comida ou brincadeiras às crianças para atraí-las a lugares desertos, em seguida, as estuprava e na maioria das vezes, praticava mutilação envolvendo a retirada de seus órgãos sexuais, orelha ou dedos, que ele guardava consigo como lembrança. Foi condenado a um total de 385 anos, depois de diversos julgamentos, sendo preso em 2004.

 O Assassino dos meninos emasculados do Maranhão

O Serial Killer de Goiânia

Em 2011, Thiago Henrique Gomes da Rocha trabalhava como vigilante em um Hospital Materno Infantil na cidade de Goiânia. Seus colegas de trabalho o consideravam como uma pessoa tímida e pacata. Foi declarado responsável pelo assassinato de 39 pessoas, mulheres e homens. As vítimas do sexo masculino eram moradores de rua ou homossexuais e, a partir de 2013, ele passou a perseguir somente mulheres.
Ao assassinar uma jovem de 14 anos, sua fuga foi registrada em câmeras de monitoramento de trânsito, ao conduzir uma motocicleta acima do limite de velocidade permitido. Ao rastrearem as informações do condutor, o perfil de Thiago foi encontrado. Em seu julgamento ele relatou a execução de cada uma das vítimas, usando a arma que recebeu ao trabalhar como vigilante em muitos dos atos.

O Serial Killer de Goiânia

O Maníaco de Passo Fundo

Adriano Silva ou Volnei Siqueira coleciona diversas passagens pela polícia, fugas e nomes para dificultar sua identificação. As vítimas eram meninos de classe baixa que a atraia para lugares isolados oferecendo pequenos serviços em troca de dinheiro. Com as vítimas capturadas, ele aplicava golpes de muay-thay nas crianças até que elas ficassem desacordadas. Após os golpes, ele as estrangulava usando uma corda, portando luvas e lenços para encobrir seus rastros. Entretanto, algumas das vítimas foram abusadas sexualmente depois de mortas, o que deixou rastros de DNA do agressor.
Em uma das vezes em que prestou depoimento, ele afirmou que tinha “uma vontade íntima, um vício de matar”. Os assassinatos ocorreram entre 2002 e 2004 e Adriano foi condenado a 158 anos de prisão ao todo.

O Maníaco de Passo Fundo

Chico Picadinho

Francisco Costa Rocha ficou conhecido como Chico Picadinho após sua acusação pela morte Margareth Suida, uma dançarina austríaca em 1966. Após relação sexual com a dançarina, Francisco teve um surto violento, a estrangulou com as mãos e a sufocou usando um cinto até a morte. Para se livrar do corpo, esquartejou a vítima usando o que havia disponível no apartamento que dividia com um amigo na época: lâminas de barbear, tesoura e faca, para reduzir o volume do corpo e ocultá-lo.
Preso pelo crime e liberado em 1976 por boa conduta, ele agrediu uma garota de programa que conseguiu se livrar e tempos depois, fez sua segunda vítima, ngela Silva, também garota de programa. Procedeu da mesma maneira como fez com sua primeira vítima, deixando as partes da vítima em uma caixa de papelão num apartamento alugado e fugiu.
Foi preso 28 dias depois ao ser identificado numa praça no Rio de Janeiro, lendo uma revista que tratava dos seus crimes

Chico Picadinho

Ramiro da Cartucheira

Na década de 70, Ramiro Matilde Siqueira ficou conhecido pela violência dos seus atos. Assassinou diversas vítimas nas zonas rurais dos estados de Minas Gerais, Goiás e São Paulo, usando uma espingarda cartucheira, pela qual ganhou a alcunha de “Ramiro da Cartucheira”.
O assassino é natural de Jaboticatubas, em Minas Gerais e passou pela capital mineira, cometendo mais assassinatos. Tempos depois, vítimas em Goiânia foram assassinadas com o mesmo padrão de Ramiro fazendo investigações foram intensificadas e ao receber um funcionário do IBGE em sua casa à tiros, foi possível traçar sua localização e consequentemente sua prisão em 1980. Em 1981, o criminoso foi encontrado morto em sua cela, provavelmente, por causa de uma parada cardíaca.

Ramiro da Cartucheira

O Monstro de Guaianazes

O bombeiro Benedito Moreira de Carvalho cometeu seu primeiro crime ao tentar estrangular e abusar sexualmente de uma jovem menor de idade, em 1936, na grande São Paulo. O chefe da corporação expulsou Benedito que também foi condenado a um ano de reclusão. Esteve em cárcere privado entre 1946 e 1949 por abusar sexualmente de uma jovem de 16 anos e novamente em liberdade, de 1951 a 1953 realizou diversos estupros e também homicídios. Ao todo foram 29 crimes com 10 assassinatos. Benedito portava uma pasta contendo um cordel que ele usava para violentar as vítimas. Sua fixação por crimes sexuais tem ligação com as diversas doenças sexualmente transmissíveis que ele contraiu quando jovem, o que dificultava as relações com sua esposa, direcionando o impulso de seus desejos para o crime.

Estereótipos do Velho Oeste em que Muitos Ainda Acreditam

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