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Publicado 2018-09-26
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Polícia Militar cansa de prender menores e mata "raíz do problema"

Para quem mora e cresce em área de risco é muito complicado pensar em atividades de lazer e outras possibilidades que deixem as crianças e jovem menos ociosos e longe do perigo das ruas. Porém, a Polícia Militar de Minas Gerais resolveu envolver-se na promoção de atividades deste tipo na região de Morro Alto, em Vespasiano, na região metropolitana de Belo Horizonte. Longe da violência das ruas, as crianças e jovens conseguem concentrar-se em uma atividade que promete deixá-los entusiasmados e mais do que isso com vontade de aprender cada vez mais, criar o espírito esportivo e promover o bem estar da mente e corpo!

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Descobriu do que estamos falando? Pois é, é do Projeto "Lutando para a vida" criado pelo GEPAR, Grupo Especializado de Policiamento em Áreas de Risco, da 180ª Companhia do Batalhão da Polícia Militar do estado de Minas Gerais. O bairro Morro Alto, em Vespasiano, é considerado violento, para se ter uma ideia entre 2008 e 2010, 70 pessoas foram assassinadas na região. E uma das principais causas destas mortes é a disputa de pontos de venda de drogas por traficantes. Estes últimos gostam de usar jovens e crianças para fazer alguns trabalhos para eles dentro da comunidade. Por isso, a importância do projeto dar uma atividade fora das ruas para estes jovens.

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Com o projeto, crianças e jovens podem sonhar com um futuro melhor inclusive com carreiras profissionais como médico ou até como delegada. O trabalho inclusivo é muito importante para famílias que realmente não tinham como oferecer outra atividade para seus filhos quando saíam da escola muitas vezes por falta de dinheiro mesmo. O entusiasmo dos jovens em aprender é algo contagiante e neste ano de 2018, mais precisamente em junho, a GEPAR ajudou a promover a II Copa de Jiu-Jitsu entre Favelas. O evento aconteceu na Escola Estadual Renato Azeredo, a mesma que é cedida para a prática do esporte durante os dias normais.

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A Copa conseguiu reunir 280 atletas de 12 cidades diferentes da Região Metropolitana de BH e também Região Central do Estado. Organizadores do evento falam que 1000 pessoas estiveram no local. Até o momento o "Projeto Lutando pela Vida" atende 30 atletas das mais variadas idades e é totalmente gratuito. Ele visa previnir a criminalidade e dar lazer e cultura para crianças que estão em situação de vulnerabilidade social. A Polícia Militar afirma que com a criação do projeto a relação entre polícia e moradores da região tem melhorado bastante e além disso as crianças e jovens estão muito mais disciplinados do que no início.

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