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Publicado 2018-10-08
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Adolescente é espancada por padrasto e mãe a entrega para Conselho Tutelar

A todo momento vemos adolescentes que se recusam a ir à escola, não é mesmo? Muitas vezes por dificuldade de aprendizado ou alguma coisa que impede o seu aprendizado de ser 100%. Parece uma cena comum para você, não é? Porém, agora imagine uma adolescente que se recusa ir embora da instituição educacional..com certeza tem algo muito errado aí e na realidade tinha! E tudo porque a menina não queria ir embora da escola mesmo depois do final das aulas! E foi então que a polícia se envolveu no caso e a situação começou a dar sinais de que pioraria ainda mais.

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A estudante de 13 anos juntamente à diretora de uma escola estadual, que fica na região do Parque Santa Edwirges, em Bauru, São Paulo, foram conduzidas para o plantão da Polícia Civil. Isso porque chegando na escola que a adolescente se recusava a ir embora, os policiais notaram alguns ferimentos no rosto da estudante e logo perceberam que havia um motivo muito maior para que ela não quisesse ir embora. Depois de perceberem o que aconteceu indagaram a diretora da escola por informações novas e que ajudassem a desvendar o caso da adolescente.

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A diretora contou que a menina apanhou do padrasto, que tem 24 anos, de mangueira. O uso do objeto acabou marcando também os braços da adolescente. Ela ainda afirmou que já vinha apanhando há mais tempo do homem. De acordo com o registro policial, a adolescente alertou funcionários sobre a sua condição após o fim das aulas já que ela havia sofrido o último espancamento um dia antes da ida à polícia. Tentando resolver o caso, a polícia contactou os responsáveis pela adolescente para esclarecer o assunto. Mas foi estarrecedor saber o por quê. E não deve ser tratado como caso isolado...

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A mãe e o padrasto tiveram registrados contra eles um boletim de ocorrência atentava por maus-tratos, exposição perigosa à vida e à saúde de pessoa sob sua autoridade. Durante a ida à delegacia, o casal afirmou não ter mais interesse de continuar com a adolescente. A mãe afirmou que o motivo das agressões é devido a um relacionamento da menina que ambos são totalmente contra. Depois do depoimento, a adolescente foi entregue ao Conselho Tutelar. Se os responsáveis realmente optarem por não mais ter a menina em sua casa responderão por infração admnistrativa, ação civil e ainda terão que indenizar a menina por abandono afetivo. Isso sem contar o pagamento obrigatório de uma pensão.

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Fonte: Pixabay / Twitter

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Não perca o novo vídeo do nosso canal do Youtube! Nem todas as mulheres se sentem atraídas pelos mesmos traços nos homens. Ainda assim, o processo de evolução humana tornou certas características atraentes para a maioria das mulheres. Quer saber quais são? Confira neste vídeo:

4 casos escandalosos de pais que tentaram vender os filhos por dinheiro...

A internet é uma rede muito extensa que pode ter muitas coisas boas. No entanto, nem todos a usam para fazer o bem. Os casos que mostraremos provam isso. Por alguns anos, as redes sociais não só serviram para mostrar aos nossos amigos o que fazemos, mas também tem sido um terreno fértil para pessoas que tentaram vender seus próprios filhos, seja por extrema necessidade, por dinheiro, ou por qualquer outro motivo. Felizmente, as autoridades estão cada vez mais conscientes desses casos e tentam bloquear as operações a tempo. Separamos aqui alguns eventos alarmantes que ocorreram nos últimos anos.

4 casos escandalosos de pais que tentaram vender os filhos por dinheiro...

1. O caso de Arturo González

Em 2015, um mexicano chamado Arturo González recebeu uma grande quantidade de críticas ao tentar vender sua filha como escrava sexual no Facebook. Arturo publicou uma foto da menina de 9 anos sem roupa na rede social com o objetivo de oferecer a quem estivesse disposto a pagar por isso, enfatizando o que a criança era capaz de fazer. Como se isso não bastasse, ele incluiu o número de telefone para se comunicar com ele por WhatsApp.

1. O caso de Arturo González

Obviamente, a publicação do Facebook viralizou rapidamente devido à foto. O que também contribuiu para a viralização foram alguns comentários e copartilhamentos em que pessoas escreveram pensamentos pervertidos. Felizmente, muitas pessoas expressaram sua indignação e deixaram comentários odiosos sobre Arturo. A mídia informou que tanto a conta como a publicação foram rapidamente removidas da rede social, embora dessem luz à questão atual do tráfico infantil e da escravidão que afeta o país mexicano.

2. O caso de Brenda Raymundo

2. O caso de Brenda Raymundo

Este caso ocorreu em maio de 2016 e é tão grave quanto o anterior. Uma mulher chamada Brenda Raymundo, da cidade de Nanacamilpa, no México, ofereceu seu filho de 5 anos no Facebook por 15 mil pesos, o equivalente a cerca de 2,5 mil reais, alegando que ele era um incômodo e que não era mais capaz de manter os custos de manutenção. Brenda, que acredita-se ser a mãe do menino, publicou várias fotos dele. Em uma das fotos em anexo, ela escreveu: "Que irritante é esse menino, alguém quer?", acompanhando a mensagem com o número do telefone. Logo depois escreveu: "15.000 pesos. Não consigo mais gerir os custos ".

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No entanto, ela mais tarde corrigiu a publicação, dizendo que era um erro, e que ela na verdade queria 150 mil pesos, equivalente a cerca de 25,5 mil reais. "Eu preciso de dinheiro agora, não consigo mais lidar com os gastos". Um jornalista local ligou para ela para verificar se as publicações eram reais. Ele disse que a mulher atendeu ao telefone e confirmou os detalhes da venda de seu filho, dizendo: "Eu não quero nenhum golpe, isso é uma venda séria". O homem também disse durante a conversa podia ouvir várias crianças chorando ao fundo. Ele disse que não sabe se ela foi presa.

3. O caso de Valentín Biassotti

3. O caso de Valentín Biassotti

Em outubro de 2017, um argentino chamado Valentin Biassotti quebrou todas as barreiras publicando uma proposta desagradável para a compra de sua filha, pedindo 5.000 dólares, equivalente a cerca de 16 mil reais. Na descrição do post, o homem trata a menina como se fosse um objeto. Nas fotos, ela estava chorando, com a boca coberta e as mãos amarradas. A polícia não demorou a buscá-la após a postagem. Aconteceu na cidade de Luján, na Argentina, e o anúncio foi publicado em um grupo intitulado "Compra y Ventas Moreno".

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4. O caso de uma menina peruana

No final de setembro de 2017, uma peruana de 19 anos foi presa pela Polícia Nacional do Peru em Juliaca, acusada de tentar vender seu bebê recém nascido no Facebook. De acordo com a mídia, ela ofereceu por cerca de 3.000 sóis peruanos (3 mil reais), dos quais 1.200 eram para pagar a dívida com uma clínica ilegal em Puno, onde havia sido atendida. Pensava-se que ela tinha agido em cumplicidade com a ginecologista que a acompanhava no parto, que a recomentou criar uma conta falsa do Facebook para acessar uma rede de tráfico, vendendo sua filha em Juliaca, Equador e Argentina.

4. O caso de uma menina peruana

O Escritório de Prevenção de Crimes e a Polícia Nacional Peruana acessaram site e se fingiram de potenciais compradores para encontrar a jovem e detê-la. O jornal Los Andes disse que a menina foi encontrada na clínica onde ela deu à luz, enquanto a médica estava com o bebê em uma casa em Juliaca. A mãe disse que pretendia vendê-lo porque não tinha dinheiro para mantê-lo, embora nos comentários no Facebook, ela tenha dito que era porque ela tinha "uma pequena mancha no rosto". Ambas as mulheres permaneceram na delegacia enquanto estavam sendo investigadas por suas ações.

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Fotos: StarStock / Pexels / Facebook

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